Jornais
A atividade principal da casa
Jornal de cidade, de associação, de sindicato e de igreja. É o que a gráfica faz desde 2001 e o que consta como atividade principal no registro da empresa.
Uma gráfica do interior que faz uma coisa só: imprimir publicação. Do arquivo fechado à pilha pronta para distribuir, sem intermediário no meio do caminho.
Cada um pede um papel, uma dobra e um acabamento diferentes. O que não muda é a régua: prova aprovada antes de rodar, e tiragem conferida antes de sair.
A atividade principal da casa
Jornal de cidade, de associação, de sindicato e de igreja. É o que a gráfica faz desde 2001 e o que consta como atividade principal no registro da empresa.
Para circular junto
O encarte que vai dentro do jornal e o tabloide que circula sozinho. Poucas páginas, prazo curto e volume alto — é onde a máquina de jornal rende mais.
Do miolo à capa
Livro de autor da região, memorial de família, história de instituição, apostila. A tiragem pequena é atendida do mesmo jeito que a grande — muda o custo por exemplar.
Publicação que volta
Revista institucional, boletim de entidade, catálogo e anuário. Publicação que volta em edições tem calendário próprio, e o calendário é acertado antes da primeira.
Quatro etapas, na mesma ordem, para toda publicação que entra na casa.

O arquivo chega fechado em PDF e é conferido: sangria, margem, fonte convertida e resolução de imagem. O que estiver fora do padrão volta antes de virar chapa.

Sai uma prova para o cliente conferir texto, foto e paginação. Nada entra na máquina sem essa aprovação registrada — é ela que define o que foi combinado.

A tiragem roda com acompanhamento de registro e de cor do começo ao fim. Exemplar fora do padrão sai da pilha na hora, não depois.

Dobra, grampo ou cola, corte e conferência da quantidade. O material sai embalado e contado, com a nota fiscal da tiragem.
A MARILENE SILVA VILELA & CIA. LTDA foi aberta em 4 de abril de 2001 e desde então faz a mesma coisa, no mesmo lugar: imprimir publicação no centro de Formiga.
Formiga fica no Centro-Oeste de Minas, e é o tipo de cidade onde o jornal impresso ainda tem função: chega a quem não está na internet, circula na sala de espera e fica guardado. Enquanto houver essa leitura, há o que imprimir — e é essa demanda, a da região, que sustenta uma gráfica de cidade do interior.

Jornal de cidade, boletim de entidade, revista institucional, prefeitura, editora e escola. A conversa começa pela publicação: o que é, quantas páginas, quantos exemplares e de quanto em quanto tempo.
Formato, número de páginas, cores, papel e quantos exemplares por edição.
Dobra, grampo ou cola quente. Definido isso, sai o orçamento com prazo.
Data de fechamento do arquivo e data de entrega, reservadas na produção a cada edição.
Falar com a gráfica é o caminho mais curto: quem atende conhece a produção e consegue responder sobre papel, acabamento, prazo e tiragem na mesma conversa.